DESCRIÇÃO

Apresentamos um pouco de nosso trabalho. Mas também buscamos reunir o excelente trabalho de vários arquitetos, designers, artesãos e afins. Agregar informação para referencia e tentando sanar duvidas. Todos que buscam dar conforto e chamar uma construção de lar.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

16 CORES TENDÊNCIA EM 2016

ARQUITETURA & CONSTRUÇÃO

16 cores que serão tendência em 2016

Jogamos para o alto três paletas de tintas que, segundo especialistas, estarão em alta no próximo ano

Produção Deborah Apsan | Texto Lara Muniz | Fotos Xico Buny


Antecipamos as tendências em cores que farão bonito na próxima temporada. Nas três paletas retratadas a seguir, conheça os motivos que transformarão essas tonalidades nas queridinhas no mundo da arquitetura. 

O QUENTE FICA REBAIXADO
Além de madeiras e metais, pedras como ametista e safira viram referência nesta seleção
Mesmo nuances fortes como roxo e magenta parecem mais delicadas. A explicação vem da natureza, onde as paletas se diluem com o passar do tempo. “Temos visto uma nostalgia que realça a importância dos materiais naturais. Pedras, metais e madeiras ganham os olhares no mundo do design”, aponta Claire Walsh, pesquisadora de tendências do portal inglês Stylus.com.

1. Magenta Suave - A nuance jaspe integra o leque da Acrílica Premium Total, da Anjo Tintas. Cobre em média 75 m² por galão de 3,6 litros. R$ 139 na Edu Tintas. 
2. Amarelo natural - Apenas insumos minerais entram na composição da Tinta Ecossílica Externa, da Kröten Ecotintas. No tom amarelo-canário, o balde de 5 kg custa R$ 72,50. Rende cerca de 35 m² por demão. 
3. Vinho-acinzentado - De base látex, a versão A Clássica, da Suvinil, aparece aqui na cor uva nebbiolo. Na Tintas MC, o galão de 3,6 litros (76 m² por demão) custa R$ 110. 
4. Elegância do nude - Da Universo Tintas, a tonalidade flamingo abrange cerca de 100 m² por galão de 3,6 litros na acrílica Universo Rende Muito Mais. R$ 40.
5. Tal qual chocolate - Da Lukscolor, a Acrílico Fosco Premium Plus chega no tom helmond (ref. LKS 538) com rendimento de até 76 m² por galão de 3,6 litros. R$ 59,40 na Tintas Lopes.

NEM TÃO FRIO ASSIM
Sob a influência da luz, estes tons entre o verde e o azul assumem perfis furtacor 

Em um mundo sempre conectado, a luminosidade artificial merece destaque – ela está ao alcance de qualquer mão por meio dos dispositivos digitais móveis. O azul nem claro nem escuro, o lilás com toque de cinza e o verde que quase vira petróleo traduzem essa inconstância. “O brilho também é importante, pois acrescenta a dimensão do volume ao olhar”, aponta Claire.

1. Leve como menta - Na Acrílica Premium, da Qualyvinil, o desempenho alcança 65 m² por galão de 3,6 litros. O tom wing flutter (ref. 3101P) é vendido por R$ 70. 
2. Tonalidade Média - Um galão de 3,6 litros do Decora Acrílico Premium, da Coral, veste até 68 m². A cor cobalto (ref. 10BB 22/318) vale R$ 106,50 no Bazar das Tintas. 
3. Delicadeza de flor - Cada galão de 3,6 litros do lilás claríssimo (ref. V 147) da Tinta Látex Acrílica se espalha por 70 m². Da Futura Tintas, custa R$ 36 na loja Colorindo.
4. Quase marinho - Com um galão de 3,6 litros da Metalatex Acrílico Fosco é possível colorir até 67 m². A loyal blue (ref. SW6510), da Sherwin-Williams, tem preço médio de R$ 98.
5. Verde múltiplo - A Super Premium Fosco consegue encher 76 m² com um galão de 3,6 litros. O tom cruzeiro oceânico (ref. 2475E) sai por R$ 79,90. Da Eucatex.

CALCULADA NEUTRALIDADE
Muito além do preto e do branco, estas tonalidades trazem profundidade e inovação
Pensar em voltar para casa depois de um dia de trabalho evoca a ideia de conforto. A paleta que representa o aconchego se pauta em nuances neutras, as quais chegarão a 2016 inspiradas na moda. “Os beges e cinzas surgem acompanhados de cáquis e off-whites, enriquecendo a cartela”, aponta Gretha Tanganelli, diretora da importadora e estúdio de tendências Inovare Brasil.

1. Ar de textura - Selador, massa e reagente agem na Cimento Queimado (ref. 932), da Terracor. O conjunto custa cerca de R$ 33 por m².
2. Base mineral - Os produtos da Solum são feitos com terra crua. O tom arenito vem em baldes de 18 litros (cobrem cerca de 15 m²) por R$ 315.
3. Entre dois tons - A Iquine nomeou como curicaca (ref. 2141) o cinza que caminha para o bege no Delacryl Antibactéria. Rende 85 m² por galão de 3,6 litros, na versão fosco aveludado. Preço médio de R$ 68.
4. Apelo terroso - Até o nome mountain cliff (ref. AP32-4) revela a inspiração da Alessi para a Acrílico Superior Premium Mais. O galão de 3,6 litros abarca 80 m² e custa R$ 49.
5. Cáqui safári - Até 76 m² ganham cor com um galão de 3,6 litros do Rekolor Pró Acrílic Super Premium, da Renner. A earthy ocher (ref. 315-5) tem preço médio de R$ 79,90 na Ideal Center.
6. Perto do branco - Com rendimento de 60 m² por galão de 3,6 litros, a Tinta Acrílica Premium, da Ibratin, vale R$ 59 na opção
off white (ref. 0109F).

*Preços pesquisados em agosto de 2015.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

10 IDEIAS DE DECORAÇÃO PARA 2016


Cores, texturas e móveis de grandes designers. Selecionamos 10 ideias de decoração para você sair da zona de conforto e arrasar no ano que se inicia
Publicado por Casa.com.br em Quarta, 13 de janeiro de 2016

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

DRYWALL FACILITA PEQUENAS REFORMAS E INCENTIVA NOVAS TECNOLOGIAS


DRYWALL FACILITA PEQUENAS REFORMAS E INCENTIVA NOVAS TECNOLOGIAS


As mais avançadas tecnologias no setor da construção civil não precisam necessariamente ser utilizadas na execução de novos empreendimentos. Elas podem estar presentes em simples reformas, e proporcionar inúmeras vantagens técnicas, estéticas e financeiras. 
O sistema assegura uma reforma rápida, com prazo definido, gerando menos entulho ou transtornos e tem preço 50% mais acessível. 

Cada vez mais popularizado no País, o sistema de paredes, forros e revestimentos em drywall é uma dessas tecnologias, e tem conquistado arquitetos e engenheiros, que optam por esse processo em seus projetos de reforma. O drywall oferece inúmeras vantagens, que podem gerar uma economia de até 50% na reforma, sem contar com a redução de até 30% no índice de desperdício e com os entulhos tão indesejáveis numa obra. 

Vantagens 

Em virtude da facilidade de instalação do produto, o período de execução é muito mais curto e definido. Uma parede de 3 x 10 m, por exemplo, é erguida em dois dias, contando com o acabamento. Primeiro ergue-se a estrutura metálica, executada com montantes de aço galvanizado, que vai do chão até a laje. Nela, parafusam-se as placas de gesso de uma face da parede. Em seu interior são fixadas as instalações elétricas e hidráulicas, que permanecem totalmente ocultas. Logo em seguida, vem o fechamento da outra face da parede. 

As paredes em drywall têm espessuras menores que as convencionais, o que aumenta a área útil entre 5 e 7 cm. Podem ser retas ou curvas, e receber qualquer tipo de acabamento: pintura, azulejo, mármore ou fórmica. Mesmo com paredes mais finas, o isolamento acústico em drywall é igual e. em alguns casos, até superior às alvenarias, porque utiliza painéis de lã mineral como revestimento entre as placas de gesso. 

A mesma rapidez que se tem na aplicação, aparece na necessidade de uma futura manutenção. No caso de problemas hidráulicos ou falhas na fiação elétrica, por exemplo, o único trabalho é detectar o lugar exato, cortar a placa e reparar o defeito. Sem sujeira ou barulhos estrondosos, depois de feito o reparo, o instalador restaura a parede em drywall. 


Home Theater sem problemas acústicos 

Para resolver problemas de acústica já existentes ou para evitar que eles aconteçam, quem já tem ou deseja montar um home theater, pode resolver a questão com os sistemas de paredes e revestimentos em drywall. No home theaters, o drywall pode ser usado para elevar o índice de isolamento do som transmitido por meio aéreo em, pelo menos, duas situações. 

A primeira, na adaptação de uma sala construída em alvenaria convencional. Nessa situação, as paredes e a laje podem receber um revestimento estruturado em drywall, paralelo à parede, gerando um vazio entre a alvenaria (ou a laje) e as placas de gesso. Nesse vazio, uma boa dica é instalar Placoglass, produto composto de lã de vidro fabricado pela Placo. Esse processo pode aumentar ainda mais o isolamento do som transmitido por meio aéreo. Em média, esse sistema de revestimento possui 6 cm de espessura. O rebaixo do forro é de no mínimo 15 cm. 

Para o segundo caso, ou seja, na construção da sala propriamente dita com drywall, dependendo de sua especificação, as paredes podem ir de 36 a 50 decibéis de isolamento acústico, sem ultrapassar 12 centímetros de espessura. Note que as alvenarias residenciais convencionais ficam em torno de 38 decibéis. São constituídas por estrutura leve em aço galvanizado, revestida com dupla camada de chapas de gesso em cada face da estrutura e com o vazio interno preenchido com Placoglass. Após sua montagem, recebe tratamento das juntas com massa específica e o acabamento final desejado. 

José Luiz Gonçalves, do departamento técnico da Placo, lembra que “o índice de isolamento acústico é diferente do índice de absorção acústica”. O primeiro trata da fuga de som para outros ambientes. E nesse aspecto, o drywall é ideal. O segundo está relacionado ao conforto acústico e à compreensão dos sons dentro do ambiente. E afirma que para otimizar os índices de absorção acústica, a linha Casoprano e Gyptone Quattro 20 são excelentes opções de forros removíveis e, para forros fixos e paredes, o Gyptone Big Quattro 41 e o Rigitone. Todos podem ser associados ao drywall, conferindo desempenho técnico e beleza ao ambiente. Pode-se ainda recorrer a materiais de revestimento aplicado sobre a chapa de gesso, como tecidos e espumas, entre outros. 

Para o seu conhecimento 

O sistema construtivo em drywall é executado com placas de gesso, compostas por um miolo de gesso e aditivos, envolto por cartão especial. A soma desses elementos, resistentes a esforços de compressão, resultam em uma superfície de revestimento ideal para acabamento. 

Revestimento em drywall: praticidade e conforto garantidos 

Os revestimentos em drywall podem ser utilizados para dar acabamento em uma parede de alvenaria, bruta ou em mal estado, ou para melhorar os índices de vedações térmica ou acústica. A Placo fabrica revestimentos em drywall adequados para aplicações em duas maneiras: 

- placas de gesso parafusadas numa estrutura de aço galvanizado; 
- placas de gesso coladas direto sobre a alvenaria, utilizando massa adesiva MAP. 

Após sua montagem, recebe tratamento das juntas com massa específica e o acabamento final desejado. O revestimento de drywall pode receber qualquer tipo de acabamento, como pintura, mármore, cerâmica, além de resultar em superfícies planas, lisas e sem juntas aparentes. 

Quando parafusados em estrutura de aço, os revestimentos Placo permitem que seja utilizada lã de vidro entre a placa de gesso e a alvenaria, o que garante ao ambiente excelente conforto acústico e térmico. Os revestimentos em drywall também contribuem para regular e estabilizar a temperatura, em virtude das propriedades da placa de gesso. O ambiente fica fresquinho no verão e quentinho no inverno. 

Neste vídeo do YOUTUBE você verá não uma reforma mas a construção de uma casa em drywall.


Consultoria: 
Placo do Brasil: www.placo.com.br

POST ORIGINAL: http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=29&Cod=21


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

31 VISÕES DO ESTILO ARTS AND CRAFTS

IMAGENS DO SITE HOUZZ
31 VISÕES DO ESTILO ARTS AND CRAFTS































































segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

SEGUNDA DE ESTILO: Artes& Crafts - Artes e Ofícios

ARQ TUR

Artes& Crafts - Artes e Ofícios



    Arts & Crafts Apesar da arquitetura moderna ter iniciado em meados do século XIX, a arquitetura não mudou a cidade, sua forma, o estilo gótico e clássico permaneciam, a desilução tomou conta nessa arquitetura, que gerou a procura por um novo estilo de expressão, e diferenciado, devido a industrialização e a produção em série, repetitiva e igual, pelo crescimento das cidades surgiu o movimento Arts & Crafts, surgido na Inglaterra.
     O movimento foi dirigido pelo artífice William Morris, pelo arquiteto Philip Webb e o teórico da arquitetura John Ruskin, e seu objetivo era de transformar o ambiente das pessoas com produtos artesanais, sendo único, assim os produtos retetidos produzidos em massa seriam excluídos. Willian Morris criou sua própria empresa produzindo desde móveis, copos até tecidos e papéis de parede.
 Durou relativamente pouco tempo, mas influenciou o movimento francês da art nouveau e é considerado por diversos historiadores como uma das raízes do modernismo no design gráfico, desenho industrial e arquitetura.
     De acordo com Tomás Maldonado, o Arts and Crafts foi uma importante influência para o surgimento posterior da Bauhaus, que assim como os ingleses do século XIX, também acreditavam que o ensino e a produção do design deveria ser estruturado em pequenas comunidades de artesãos-artistas, sob a orientação de um ou mais mestres. A Bauhaus desejou, assim, uma produção de objetos feito por poucos e adquirido por poucos, nos quais a assinatura do artesão tem um valor simbólico fundamental. De forma ampla, a Bauhaus herda a reação gerada no movimento de Morris contra a produtividade anônima dos objetos da revolução industrial.



Mobília gerada pelo movimento Arts and Crafts. Fonte: http://teoriadodesign.files.wordpress.com/2009/11/099b-arts-and-crafts-furniture-q75-331x500.jpg. Acesso: março de 2010




Local de trabalho remetendo ao estilo. Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a2/WPA_arts_and_crafts_display.gif. Acesso: março de 2010


Voysey. Cadeira de espaldar alto, característica do design de arts and crafts. Fonte: http://nautilus.fis.uc.pt/cec/designintro/artscrafts.html. Acesso em março de 2010.


Abajour artesanal. Fonte: http://geometricasnet.files.wordpress.com/2009/02/arts-crafts-accent.jpg. Acesso em março de 2010.

• A preocupação dos mentores deste movimento é o facto de os produtores da “era da máquina” serem movidos pela quantidade e não pela qualidade;
• O designer mais influente foi William Morris (1837 – 1896)
• Morris formou a companhia Morris & Co que produzia uma grande variedade de produtos, tais como mobílias, vitrais, papel de parede, tecidos e cerâmica;
• Pretendia-se combinar a habilidade do artífice com a dos artistas;
• Morris acreditava que um bom design representava uma elevação e que contribuiria para uma sociedade mais feliz;
• Este movimento começou na Grã-Bretanha mas foi seguida no resto da Europa e E.U.A.




Design de interior em estilo Arts & Crafts.Fonte: http://www.furnitureanddesignideas.com/tag/arts-crafts-furniture/. Acesso em março de 2010.

Mobília em Arts & Crafts. Fonte: http://www.buildersbooksource.com/booksite/images/items/9781558708464.jpg. Acesso em março de 2010.

A seguir detalhes dos papeis de parede criados por Morris espirados na natureza no estilo Arts & Crafts.

 Papel de parede ilustrando uma Alcachofra, desenhado por Morris.Fonte:http://www.blog.designsquish.com/index.php?/P125/. Acesso em março de 2010.


 Papel de parede criado por Morris. Fonte: http://www.blog.designsquish.com/index.php?/P125/. Acesso em março de 2010.

Papel de parede criado por Morris. Fonte: http://www.blog.designsquish.com/index.php?/P125/. Acesso em março de 2010.


    Podemos citar ainda casas de estilo Arts & Crafts, como é o caso da casa Perrycroft, em Colwall, Herefordshire, (1893 - 11895), projetada por Charles Francis Annesley Voysey (1857-1941).
   Obtém design vitoriano tardio, interiores claros expressando harmonia pela solidez da estrutura e pelos detalhes feitos à mão como: trincos de janela, maçanetas e lareiras. 

 Elevação sul. Perrycroft. Fonte:http://www.voysey.de/Perrycroft%20Thumbnails/Thumbnails.html. Acesso em março de 2010.


 Hall de entrada da casa de Perrycroft. Fonte: http://www.voysey.de/Perrycroft%20Thumbnails/The%20Hall,%20in%20Studio,%2021,%201901,%20p.%20244.html. Acesso em março de 2010.

    É interessante lembrar que os arquitetos do movimento Artes e Ofícios detesvavam o uso de estruturas de aço e concreto armado. Queriam casas inglesas construídas por artesãos, feitos à mão com materias locais utilizados. Para eles essas casas sugeriam uma fuga para a realilidade da arquitetura industrial. 
    Esse movimento afetaria também casas suburbanas e de menor porte, os arquitetos desse movimento ainda eram vitorianos e sonhavam com uma Inglaterra sem máquinas, con creto, aço e vapor, muito mais distante e surrealista, uma Inglaterra inimaginável.

Postado por: Daniela Zeppe